Foto de Ana Paula Martins
Ana Paula Martins

Formada em Publicidade e Propaganda; MBA Marketing Branding e Growth

Foto de Ana Paula Martins
Ana Paula Martins

Formada em Publicidade e Propaganda; MBA Marketing Branding e Growth

Compartilhe

Como um investimento de R$ 5 mil gerou mais de R$ 200 mil em faturamento: o case real de tráfego pago da Feel TZ

Veja como uma empresa do setor moveleiro transformou um investimento de aproximadamente R$ 5 mil em mais de R$ 200 mil em faturamento com tráfego pago, funil e estratégia comercial.

Se você já investe em anúncios, mas sente que o resultado não acompanha o esforço, você não está sozinho. Na prática, esse é um dos problemas mais comuns que nós vemos em empresas que anunciam de forma recorrente: há mídia, há clique, há movimento no WhatsApp, mas o faturamento continua irregular.

Nesses momentos, é fácil cair na explicação mais rápida: “o tráfego não funciona”. Só que quase sempre o problema não é a ferramenta. É a estrutura por trás dela.

Neste conteúdo, nós vamos apresentar um case real de tráfego pago no setor moveleiro, com números e funil completo, para mostrar o que realmente muda o jogo quando existe estratégia. O objetivo não é apenas provar resultado, mas deixar claro o que foi feito para isso acontecer e o que outras empresas podem aplicar no próprio cenário.

Por que este case importa para quem vende produtos de ticket médio alto

O setor moveleiro tem uma característica que muda tudo no marketing: o consumidor não compra por impulso com a mesma frequência que compra um item barato. Um estofado, uma mesa, um roupeiro ou um conjunto para sala costuma envolver:

  • tempo de pesquisa
  • comparação de modelos e acabamento
  • confiança na loja e no atendimento
  • dúvidas logísticas, como prazo e entrega
  • negociação e condições de pagamento

Ou seja, é um tipo de venda em que a conversão depende muito menos de “um anúncio bonito” e muito mais de consistência, clareza de proposta e condução do lead até o fechamento.

É aqui que entra o funil. E é aqui que muitos investimentos em tráfego se perdem.

O case em números, antes da explicação

Em julho de 2025, uma empresa do setor moveleiro rodou campanhas com a Feel e obteve o seguinte resultado:

  • Investimento em anúncios: R$ 6.899,03
  • Leads gerados: 191
  • Custo por lead: R$ 36,12
  • Qualificações: 63
  • Orçamentos: 45
  • Vendas: 20
  • Ticket médio: R$ 12.655,00
  • Faturamento atribuído: R$ 253.100,00
  • ROAS: 36,69

É um resultado forte. Mas ele não acontece por “sorte”, e nem por um criativo viral. Ele acontece porque existe engenharia por trás da campanha.

Agora nós vamos ao que interessa: o que foi estruturado para esse resultado ocorrer.

image 2

Primeiro ponto: tráfego pago não começa no anúncio, começa no diagnóstico

Antes de falar sobre anúncios, nós sempre olhamos para três perguntas que parecem simples, mas definem o rumo de tudo:

  1. O que essa empresa vende e para quem isso é realmente valioso?
  2. Qual é o caminho real de compra do cliente, do primeiro contato ao fechamento?
  3. O comercial está preparado para absorver demanda e fechar com eficiência?

Quando essas perguntas não estão claras, acontece o cenário clássico: o tráfego gera volume, mas não gera venda. O lead chega, mas chega errado. Ou até chega certo, mas “morre” no atendimento.

No caso deste cliente, nós identificamos alguns pontos comuns em operações que já anunciam, mas não escalam:

  • público amplo demais, sem filtros reais por perfil de compra
  • mensagens genéricas, com foco apenas em produto, sem diferencial
  • falta de clareza sobre o que era “um bom lead”
  • ausência de sequência de atendimento para quem pede orçamento e não fecha
  • pouca leitura de indicadores por etapa (tudo virava “o anúncio foi bem ou mal”)

A correção veio pela estrutura.

O que foi estruturado: funil com metas claras por etapa

Em vez de tratar o mês como um bloco único (“vamos investir X e ver o que dá”), nós trabalhamos por etapas. O funil é o que permite entender onde o dinheiro está se transformando em oportunidade, e onde está se perdendo.

Etapa 1: Atração com intenção (não só alcance)

A atração não pode ser sobre “chegar em todo mundo”. Ela precisa ser sobre chegar em quem tem perfil de compra, na região certa, com uma comunicação que faça sentido.

Aqui, nós organizamos campanhas com foco em:

  • segmentação geográfica alinhada ao raio real de atendimento e entrega
  • interesses e comportamentos conectados ao estilo de consumo do público
  • criativos que destacam diferenciais e contexto (não só preço e produto)
  • chamada clara para ação, conduzindo para o próximo passo do funil

O resultado dessa etapa foi a geração de 191 leads, com um CPL de R$ 36,12.

E aqui entra um detalhe importante: no marketing de performance, “custo por lead” sozinho não decide nada. Lead barato pode ser lead ruim. O que define a saúde do tráfego é o quanto ele vira venda depois.

Por isso, a próxima etapa é onde a maioria das empresas começa a melhorar o faturamento.

Etapa 2: Qualificação para proteger o tempo do comercial

Se o time comercial recebe qualquer lead e tenta vender para todo mundo, o resultado é previsível: baixa eficiência, atendimento lento, perda de timing e sensação de que “os leads não prestam”.

Qualificação existe para separar “interesse” de “intenção”.

No case, dos 191 leads, 63 foram classificados como qualificados, o que representa 33%.

Isso é relevante por dois motivos:

  • o comercial trabalha menos volume, com mais chance real de conversão
  • a gestão entende o funil, e para de tomar decisões no escuro

Qualificação é o tipo de ajuste que muda tudo porque ela cria previsibilidade. Você começa a saber quantos leads precisa para gerar orçamentos, e quantos orçamentos precisa para fechar vendas.

Etapa 3: Orçamento e conversão com processo de acompanhamento

No varejo de móveis, orçamento não pode ser “mandei e pronto”. Orçamento é o meio do caminho, e é exatamente ali que muitas lojas perdem venda sem perceber.

No case, 45 orçamentos foram enviados e 20 vendas foram concluídas, com taxa forte de conversão nessa etapa.

Esse resultado vem de processos simples, mas consistentes, como:

  • rapidez de resposta para não esfriar o lead;
  • estrutura consultiva no atendimento (não apenas catálogo e preço);
  • reforço de prova social e segurança para quem está decidindo;
  • acompanhamento do orçamento com cadência definida (follow-up);
  • alinhamento de oferta com o momento do cliente (e não com improviso).

Quando a empresa trata orçamento como etapa estratégica, a taxa de fechamento sobe. Isso vale para estofados, móveis planejados, linha pronta, colchões e qualquer produto de ticket médio mais alto.

O que esse case mostra sobre tráfego pago no setor moveleiro

Agora vem a parte mais importante. O case é forte, mas ele não é “um ponto fora da curva”. Ele é um exemplo do que acontece quando o tráfego deixa de ser tentativa e vira sistema.

Aqui estão as lições principais.

1) Tráfego pago funciona quando o funil está claro

Sem funil, a empresa só enxerga o começo (cliques e mensagens) e o final (vendas), mas fica cega no meio. E é no meio que o dinheiro some.

Com funil, nós conseguimos enxergar:

  • quantos leads viram qualificação
  • quantos qualificados viram orçamento
  • quantos orçamentos viram venda
  • onde estão os gargalos que precisam de correção

2) Marketing sem comercial alinhado vira desperdício

O melhor anúncio do mundo não salva um atendimento lento, inseguro ou sem processo. Um dos maiores diferenciais do case foi o alinhamento da operação comercial com a lógica do funil.

Não é só “rodar tráfego”. É fazer o tráfego chegar do jeito certo, para o time certo, na hora certa.

3) O foco não é gastar mais, é gastar melhor

O investimento foi enxuto para o tamanho do resultado. Só que isso aconteceu porque havia estrutura para transformar tráfego em venda.

Quando a empresa tenta “resolver no orçamento”, ela aumenta investimento sem corrigir gargalo. O resultado costuma ser frustrante: mais leads, mesma taxa de venda, mais desgaste do time e sensação de que marketing não compensa.

Métricas que nós acompanhamos para manter o resultado estável

Para não depender de um mês excelente e depois oscilar, nós olhamos para indicadores que mostram a saúde da operação:

  • CPL (custo por lead): mostra eficiência na captação
  • Taxa de qualificação: mostra se o público está correto
  • Taxa de orçamento: mostra se o atendimento conduz bem
  • Taxa de fechamento: mostra se a proposta e o processo funcionam
  • ROAS: mostra retorno direto sobre o investimento em anúncios

O ponto central não é decorar siglas. É tomar decisões com base no que o funil está mostrando.

“Eu anuncio, mas não tenho esse resultado”: o que geralmente está faltando?

Na maioria dos casos, quando uma loja anuncia e não cresce, nós encontramos um ou mais destes pontos:

  • público amplo, sem segmentação real
  • criativos bonitos, mas sem mensagem comercial forte
  • ausência de qualificação, o que entope o atendimento
  • falta de sequência de follow-up para orçamento
  • nenhuma análise por etapa, só análise “de campanha”
  • comercial sem rotina, sem organização e sem processo

A boa notícia é que tudo isso é ajustável. E é exatamente por isso que a estratégia importa.

Tráfego pago é ferramenta, não milagre

Esse case prova um ponto que nós repetimos com frequência: tráfego pago não é sobre impulsionar posts. É sobre alinhar posicionamento, funil e execução.

Quando existe estratégia, até um investimento enxuto vira resultado grande. Quando não existe estratégia, nem um investimento alto se sustenta.

Quer descobrir onde está o gargalo do seu funil?

Se a sua empresa já anuncia, mas não consegue transformar tráfego em vendas previsíveis, nós podemos ajudar.

A Feel atua com estratégia e performance para construir funis que geram faturamento real.

Converse com nosso time e receba uma análise do seu cenário.

A partir disso, nós mostramos onde está o gargalo e o que precisa ser ajustado para destravar o crescimento.